Hello world!

 

Olá pessoas, então, fiz este novo blog para tentar escrever algumas coisas sobre o cotidiano, por tanto provavelmente atualizarei com mais frequência. Não garanto textos bonitinhos ou coisas do tipo, como tinha no outro blog. Procurarei ser mais prático e funcional. Tentarei também participar mais do submundo dos blogs. Por enquanto é isso. Abraços

Praia?

Porra! Ninguém aqui já brincou de Snevazóvski ?! Ai, quando a pessoa pergunta: Hein?!?! Você assoprava a língua na cara dele! Era muito bom fazer isso, e ainda é!
Estou sem o cedilha neste teclado, então sei lá!

Mudando de assunto, estava eu hoje caminhando pela praia e pensando o tanto que seria legal ter algum conhecido ou facilidade para conhecer alguém, num lugar desconhecido. A cidade é legal, tudo muito bonito, muito atrativo, e apesar de estar acostumado a me divertir comigo mesmo, eu não estava preparado para tanto tempo sozinho. E tenho certeza, que vou ficar doido com mais duas semanas por aqui. Mas tudo bem, vou tentar me virar por aqui.

Parece que ultimamente ando dramático demais ?! Mas não se preocupem, está tudo perfeitamente bem e tudo sob controle. E por um tempinho vou escrever coisas feias como essas por aqui, talvez eu escreva alguma coisa bonitinha e tal, ahhh talvez apareçam coisas estranhas por aqui também…
Já que não posso falar com ninguém aqui em Balneário, vou ficar escrevendo coisas idiotas aqui. Nem estou esperando que alguém comente alguma coisa, apenas quero escrever livremente! Só chegar e comecar a digitar, nada de pensar em que estou escrevendo ou qual a próxima palavra utilizada.
O blog deveria se chamar, pensamentos soltos de Lucas Steckelberg, mas como essa baboseira vai ser só por um tempinho mesmo, vai ficar tudo como está.
Não sei, mas acho que estou usando muita virgula, talvez tenha que diminuir um pouco isso.


E chega de escrever ja é 01:30 da madrugada e estou com sono. Amanhã quero acordar cedo para dar minha Quinquagésima segunda volta de ponta a ponta na praia, e pra variar, estarei sozinho. Eu, eu mesmo, comigo mesmo.


Tchau!

Começo, sem meio e fim!

Como odeio começar texto, e dar titulo ao mesmo! É um saco! Mas tudo tem que ter um começo, coisa alguma começa pela metade. Até mesmo os textos que venham a começar pelo meio, o inicio estará presente. Às vezes fico pensando se algumas pessoas utilizam algum método para iniciarem seus textos. E nem sei por cargas d’agua estou falando disso, nem foi este o assunto que escolhi. Aliás, qual foi o assunto que eu escolhi ?! Porque estou escrevendo mesmo ?! Melhor parar ? Também acho.

Ok, parei!

Morreu!! O mamute morreu!!

Caralho!! Que dia foi aquele ?! Dia confuso pra cacete, o céu estava amarelo, enquanto o sol estava azul e carregado, as águias transportando cachorros e cavalos jogando futebol. Ela então nem se fale, os olhos loiros e os cabelos verdes, as mãos com sapatos azuis e os pés descalços com as unhas vermelhas. A coisa mais linda! Só faltava andar de bananeira. Lembro-me de como eu estava também, um boné transparente, um paletó vermelho, com aquela camisa bege e uma gravata roxa. As calças cor de abóbora, as meias pretas escondendo a barra das calças e os verdes chinelos de dedo, e para completar, brincos de argolas em total harmonia com meus cabelos azuis e meus olhos ruivos. Enfim, estávamos uma belezura.
No parque de gramas amarelas e águas invisíveis, os pentelhos faziam ioga, os velhinhos brincavam de pic-esconde e os anões faziam chá na companhia dos duendes. Aproveitei do encantamento dela e logo lhe dei um beijo no rosto, para demonstrar a imensidão da minha paixão, e então ela retribuiu com um beijo em meu ombro e então o dia se transformou. O céu ficou claro e azul e o Sol amarelo e cintilante, os cabelos se coloriram e os olhos se alteraram, as roupas transformaram e a paisagem modificou. Desde que começamos a amar os dias ficaram estranhos e as pessoas ignorantes, reorganizaram as atividades e o ocaso se inverteu. O mundo estava novinho e as pessoas como um rabugento velhinho.

A praia

O tempo estava frio, a lua cheia, de tão cheia parecia explodir tanta luminosidade, ofuscada pelo passeio das nuvens pelo céu. Em alguns momentos surgia uma fresta, passando então um feixe de luz, suficiente para iluminar a pureza de sua face e a sensualidade de seu corpo. O bastante para acelerar meus batimentos e anestesiar os meus sentidos.
Nunca havia visto tanta beleza. Seus olhos verdes me hipnotizaram. Estava la, durante longos e prazerosos segundos sendo atraído para aquele universo ao qual eu não tinha nenhum conhecimento. Os cabelos castanhos, caindo por seu seio, deixando nua suas costas e o pescoço a mostra. E eu ali paralisado, olhando seu sorriso como uma criança vendo um desenho na televisão. Admirado com tanta perfeição.
A noite estava terminando e eu ainda imóvel, pensando em como agir, era a chance que eu tinha de ter ela só pra mim. O lugar era perfeito. As ondas quebravam com força e o vento com sutileza balançavam seus cabelos. E foi naquela hora fria e até um pouco sombria que nossos corpos se tocaram e nossos lábios se uniram. Pela primeira vez então, estava amando. Com vontade e desejo, esperando que aquele momento tão magico nunca acabasse.
Estávamos como dois cometas vagando pelo universo, cruzando com estrelas cadentes, atravessando meteoritos e conhecendo constelações. Sem nenhum ruído, passeando pelo infinito.

A partida…

Gabriel é um príncipe em busca de sua adorada princesa, aquela que ainda espera por um beijo para partir de um lindo sonho para uma linda realidade. Com seus cabelos lisos e seus olhos negros como um ônix ignora o geral e se concentra no detalhe. Detalhe então responsável pelo descobrimento de seu amor por Heloisa.
E enquanto ela se distrai com bonecas e suas leituras desprezadas pelo seu gato…Gabriel continua a pensar em um modo de chamar para si a atenção de Heloisa, explora diversos universos imaginários e características ainda em mutação, e com tantas explorações descobre o gosto pela mesóclise e a paixão por um teatro que de tão magico consegue quebrantar um coração.
E respondendo por suas indagações sobre sua existência e a resgatando de seu grito de socorro vai conseguindo adentrar nos pensamentos de Heloisa, fazendo com que ela já não de tanta importância a seu gato, que sentido pelo abandono resolve juntar seus pertences e fugir tão de repente.
Agora sem gatos nem cachorros, Heloisa acorda de sua surreal felicidade partindo para viver com aquele que lhe prometeu que a felicidade de verdade.
_-_Lucas Steckelberg_-_
Continuação

Óh Heloisa!

E enquanto isso, Gabriel acorda a pensar e dorme a sonhar com Heloisa, aquela que não é a sua criadora, mas reflecte parte da sua vida.
E nos seus vários momentos de idealizaçao,tropeça pelas calçadas e esbarra com as pessoas, as quais para ele não possuem nenhuma importância, sequer são percebidas por ele.
Em casa enquanto pensa em Heloisa a comida esfria e seu coração se enche de alegria.
Para ele, nos seus momentos de fantasia, a vida tem outro gosto, até a tristeza vira alegria e a solidão imaginação.
As vezes o sofrimento aparece, mas logo espairece.
E nesse mundo de rimas e poesias, o tempo vai passando e sua paixão aumentando.
E de verdade será feliz no momento em que estiverem se amando.
Lucas Steckelberg
Continuaçao ?!

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